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Três milhões de brasileiros têm hepatite; só 30 mil são tratados.
Silenciosa e com alto poder de contágio, a hepatite já infecta um terço da população mundial –cerca de 2 bilhões de pessoas– causando mais de 1 milhão de mortes todos os anos. Os dados foram divulgados na semana passada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que marcou na ultima quinta-feira primeiro Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais. A hepatite pode ser provocada por múltiplos fatores, incluindo bactérias e alguns medicamentos, mas a principal razão de alarme entre os especialistas são as hepatites virais: os tipos A, B, C, D e E. O vírus da hepatite é mais contagioso e resistente do que o HIV e também pode ser transmitido sexualmente. “Hoje a principal forma de contrair hepatite B é por via sexual. Embora na hepatite C também seja possível, esses casos são muito mais raros”, diz Raymundo Paraná, presidente da SBH (Sociedade Brasileira de Hepatologia). Estima-se que haja 3 milhões de infectados pelas hepatites B e C no Brasil. “A hepatite está para o câncer de fígado como o cigarro está para o de pulmão”, comparou Paraná. Apesar da recente redução dos casos de hepatite A e C no país, os números do tipo B só cresceram na última década. Em 1999, foram 473 casos, contra 14.601 em 2009.
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