A longa batalha da Eastman Kodak, empresa fundada há 131 anos e que desempenhou um papel crucial na transformação da fotografia num passatempo popular, mas que nunca conseguiu entrar verdadeiramente na era digital, chegou ao fim esta quinta-feira com o anúncio de abertura de falência e pedido de proteção contra os credores. A empresa invocou o capítulo 11 da Lei das Falências dos Estados Unidos para ganhar tempo e reorganizar as suas finanças e operações americanas, até ao próximo ano. De acordo com a Kodak, que se pronunciou ontem através de um comunicado, o pedido de proteção visa, entre outras coisas, facilitar a "monetização de propriedade intelectual não estratégica". Isto, assume a empresa, para além de ajudar a estimular a sua liquidez financeira, com a provisão de uma linha de crédito especial junto do Citigroup, no montante de 950 milhões de dólares (o equivalente a 735 milhões de euros), que permitirá à empresa recentrar a atenção nas suas "linhas de negócio mais valiosas". A Kodak reconheceu também que a transição para o segmento digital da captação e transmissão de imagens poderia comprometer as vendas de filme e papel. Este dois elementos eram pilares do negócio da empresa. As informações são do Correi do Estado.
Blog parado por tempo indeterminado
Kodak declara falência 131 anos após ter revolucionado a fotografia
- Avon, Herbalife e Hotmail estão entre marcas que podem desaparecer em 2013, diz jornal
- Apple se torna a empresa mais valiosa da história
- Kodak declara falência 131 anos após ter revolucionado a fotografia
- Bancos detêm as marcas mais valiosas do Brasil
- Governo espanhol deve ser o 8º a cair por causa da crise
- HSBC é condenado a pagar R$ 67,5 milhões por espionar empregados doentes
- Twitter estreia na bolsa de valores
- Portugal Telecom e Oi anunciam fusão
- Banco do Brasil tem lucro recorde no 2º tri, com a menor inadimplência em 11 anos
- Itaú Unibanco compra Credicard por R$ 2,7 bilhões
Assinar:
Postar comentários (Atom)